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Criada em: 19-08-1999 Atualizada em: 22/08/2000 |
Breve, mais informações culturais
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Nova versão em WAP
Este site está agora também disponível na versão WAP (navegação por celular), confira no endereço http://wap.wapsite.com.br/ribeira O bairro da Ribeira é desde o início de sua formação um conjunto heterogêneo de poesia, história, arquitetura, mitos e pessoas. As funções desses elementos concentrados em um único espaço geográfico geraram um lugar extraordinário e profundamente rico em cultura, espécie humana, lendas, edifícios imponentes e uma singular importância no desenvolvimento urbano do município. Aqui, o futuro tem início em construções com séculos de existência. Edifícios antigos se espalham por toda região histórica da cidade, transformando o local em uma imensa máquina do tempo, que nos transporta aos dias distantes dos nossos ancestrais. O complexo arquitetônico mais impressionante da Ribeira atravessa toda a Avenida Duque de Caxias a partir dos prédios da Delegacia Fiscal, Igreja do Bom Jesus, Grande Hotel, Associação Comercial, Casa de Januário Cicco, Junta Comercial, Teatro Alberto Maranhão, antiga Faculdade de Direito e a primeira sede da Escola Doméstica. Um corredor histórico que continua na antiga Avenida Junqueira Aires, atual Câmara Cascudo, com o prédio do jornal A República, a residência do historiador Câmara Cascudo, o Solar Bela Vista, a Capitania das Artes, o prédio da Ordem dos Advogados do Brasil/RN, a Prefeitura, o antigo Palácio do Governo, o Instituto Histórico e Geográfico/RN e antiga Catedral. Fechando esse ciclo fantástico que é a Ribeira, não poderíamos deixar de falar em sua gente. Aqui, floresceu um povo pacífico, acolhedor, que não conhece armas e que cultiva a paz entre seus semelhantes. Uma raça mesmo assim forte, que não foge a luta e que sabe ser soberana contra a tirania alheia. Uma gente que colaborou com os soldados americanos na campanha contra a fúria de Adolf Hitler – na Segunda Grande Guerra. Um povo inteligente, criativo e que de suas entranhas nasceram homens como Pedro Velho, Ferreira Itajubá, Newton Navarro, Henrique Castriciano, Aderbal de França, Erasmo Xavier, Januário Cicco, Câmara Cascudo e tantos outros que amaram essa terra e viveram para ela.
O bairro da Ribeira, enfim, reflete através de seu patrimônio
humano, histórico, arquitetônico e de seu traçado urbano,
os quatro séculos de história desse município. Uma
história que continua a tecer mudanças e que prepara Natal
para o futuro. Que Deus nos ilumine.
Guto
de Castro é escritor
REFLEXÕES RIBEIRINHAS
Uma raça, cujo espírito não defende seu solo, idioma e cultura está condenada ao desaparecimento ou a tirania estrangeira. É preciso, para que isso não aconteça, defender nossas particularidades que faz da gente um povo, para que os de fora não nos diga o que pensar, falar e criar.
História
O Primeiro engenheiro Norte-rio-grandense chamou-se Daniel Pedro Ferro
Cardoso.
ANÔNIMAS
DA RIBEIRA
Adágio
– O favor gera amigos; a verdade cria o ódio.
Sofrimento
– Coração de brasileiro não bate, apanha.
Budog
–
Budog que late em casteliano não morde, bate.
Riso
– Quem ri por último perdeu todo tempo que passou sem rir.
Vampiro
– Em terra de vampiro, banco de sangue é lanchonete.
Sultão
– Se preocupação fosse mulher, levaria uma vida de sultão.
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Depois
de lançado em 1994 como tablóide, o jornal A Ribeira
chega agora na versão digital on-line com muito mais conteúdo
e com poder multimidia acessível em qualquer parte do planeta.
Com este novo projeto o jornal A Ribeira deixa de ter uma tiragem de 2500
jornais distribuidos entre o comércio local da cidade, algumas cidades
brasileiras e outras instituições internacionais para abranger
todo um universo com incontáveis internautas em todo o mundo.
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